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January 11, 2005
11 de Janeiro: Centro, Meoni, Apolónia / Paulo Cardoso
Em 11 de Janeiro de 2005, sobressaiem nos noticiários de forma aberta ou subliminar a ideia de Centro/ Meio ( distrito Centro, Meioni), e as ideias de Pólo/ Paulo (Santa Apolónia, Paulo Cardoso):
1) Pelas 8.00 da manhã, uma fuga de gás nas cozinhas do colégio de monjas Purísima de la Concepción, no nº 20 da calle Puebla, no distrito Centro, da cidade de Madrid, mata um trabalhador e deixa intoxicados outros três, um deles com gravidade.
2) Hoje, o motard italiano Fabrizio Meoni ( apelido que sugere Meio...) sofre um ataque cardíaco durante a etapa de Atar a Kiffa, na Mauritânia, no raly Paris-Dakar, cai da moto e morre.
3) No parlamento espanhol, verifica-se uma convergência ao centro dos dois maiores partidos, o PSOE e o PP: ambos aprovam a defesa do «Sim» à Constituição Europeia que será sufragada em referendo no próximo dia 20 de Fevereiro.
4) Às 9.29 horas, um sismo de magnitude 3,8 na escala de Richter abala Montemor-o-Novo, Évora, Arraiolos, Alcácer do Sal e a zona lisboeta de Santa Apolónia.
5) O programa da RTP «Portugal no Coração» entrevista entre outros, Paulo Cardoso ( Paulo evoca ... Polónia, Apolónia), mediático autor de livros de previsões astrológicas e proprietário de um Centro de Astrologia.
Uma vez mais, Paulo Cardoso, esse (pequeno) intelectual astucioso e ávido de dinheiro e fama, que como milhares de outros no mundo inteiro se tornou astrólogo-espectáculo - isto é, um deturpador da Ciência Astrológica com as suas previsões generalistas para Carneiro, Touro, Gémeos, etc, que assim «prostitui» a Astrologia- mostrou a sua falta de clareza intelectual, a sua ignorância em matéria astrológica: afirmou que os astros influenciam mas «há o livre-arbítrio, a consciência» que poderiam anular essa influência.
Na verdade, os astros influenciam decisivamente o processo histórico social e individual. Não há, sequer, livre-arbítrio, para quem conhecer a fundo a Astrologia.
Os mass media portugueses -ao serviço da universidade dos José Matoso, Hermano Saraiva, João Medina, Fernando Gil, Boaventura Sousa Santos e tantos outros catedráticos reducionistas, adversários anticientíficos da concepção dos ciclos planetários geradores da História Social e Política, todos eles servidores da burguesia e da sua noção de liberdade- promovem os (pseudo) astrólogos como Paulo Cardoso, Miguel de Sousa e outros ao mesmo tempo que silenciam anos a fio os raros investigadores de História Social e Política pela Astronomia (Astrologia Histórica).
O livro «Sincronismos, Cabala e Graus do Zodíaco» (Editorial Estampa, 2001) reduziu a pó a concepção anti-astrológica reinante nas universidades e foi cuidadosamente abafado pela imprensa, pelos interesses estabelecidos na área da cultura. A melhor forma de anular uma teoria é nunca falar dela. E os catedráticos e os media ao seu serviço praticam bem esta estratégia...Mas um dia, a revolução eclodirá e os bonzos das cátedras da universidade e da (pseudo)astrologia mediática cairão do pedestal...
(consultar também astrologia.blogs.sapo.pt)
( Direitos de autor para Francisco Limpo de Faria Queiroz)
Publicado por f.limpo.queiroz às January 11, 2005 07:33 PM